Domingo, 23 de Maio de 2010

Apertos

Por vezes tenho medo que não o perceba. Tenho medo que não veja o quanto o amo, o quanto o amor de verdade. Porque é de verdade, é sincero, é puro. É tão evidente para mim, é mais que claro que é verdadeiro e que nunca foi, nem vai ser posto em causa.
Aperta-me o coração por não conseguir transmitir isto, aperta-me o coração só com a ideia de pensar que pode achar que não é verdade, quando, de tão verdade que é, não cabe dentro de mim. É estupidamente inexplicável por palavras, é impossível escrever sobre isto sem eufemizar, é como comparar uma formiga com um elefante, ou, mais uma vez, mesmo assim me parece pouco. Já dá para dar uma ideia? Por favor, descansem-me o coração e digam que sim, que se nota que é verdade, verdadeiro e bonito.



Ainda não vi este filme, mas sei que vai dar cabo de cada muralha que construi à volta do que ainda tenho. Conheço demasiado bem, aquele desespero nos olhos dela. Estou de mãos e pés atados, é como tirar um chupa a um bebé.

2 comentários:

Afonso Costa disse...

Também ainda não o vi, mas é provável que também me dê cabo da muralha que ainda sustenta parte do meu passado.

Força, beijinho alexandra

Mel disse...

É o filme mais lindo do mundo! Já o vi e adoro, amo!!aii**